O valor médio do condomínio subiu 25,8% entre 2025 e 2026, passando de R$ 385 para R$ 484 nas cidades analisadas, segundo levantamento da Loft com 1,5 milhão de anúncios residenciais em 52 cidades de sete estados.
Nova Lima (MG) tem o condomínio médio mais caro, com R$ 1.018 por mês, seguida de Santana de Parnaíba (SP), com R$ 986. O top 10 inclui ainda Bertioga, Niterói, São Paulo, Barueri, Balneário Camboriú, Campinas, Valinhos e Rio de Janeiro.
As maiores altas foram em Guarulhos (SP), onde o condomínio médio subiu 79,5% (de R$ 210 para R$ 377), e em Itajaí (SC), com alta de 70,5% (de R$ 293 para R$ 500). Três cidades gaúchas — São Leopoldo, Cachoeirinha e Capão da Canoa — também estão entre as dez maiores altas. Nas capitais, o aumento foi menor: 15,7% em São Paulo e 9,2% no Rio.
Por que o condomínio sobe tanto
Prédios novos têm cada vez mais itens de lazer, portaria e manutenção, e a inadimplência de alguns moradores pesa no rateio. Na hora de comprar, vale somar o condomínio à parcela do financiamento para saber o custo real de morar.
