Tesouro IPCA+ passa de 7,6% de juro real após a eleição; o que muda para a renda fixa imobiliária
A reeleição de Lula provocou a maior alta diária da história nas taxas dos prefixados e a segunda maior nos títulos atrelados…
Blog · mercado imobiliário
Juros, financiamento, regras, lançamentos e golpes: o que muda para quem compra, vende ou anuncia imóveis no Brasil.
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Circuit breaker foi acionado pela primeira vez desde 2020 e juros futuros subiram mais de 2,5 pontos. Na manhã de terça, os…
O índice de fundos imobiliários fechou a segunda-feira, 26 de outubro, aos 3.763,90 pontos, sem nenhum dos 97 fundos da carteira em…
Banco calcula que o Brasil está subponderado nas carteiras internacionais; normalização poderia atrair R$ 123 bilhões.
Entrada em quatro pregões é a maior desde fevereiro; analistas ponderam que nem todo o fluxo se deve à eleição.
IFIX sobe 3,63% em dois pregões; gestores recomendam seletividade e lembram que os juros longos ainda estão altos.
Ibovespa recua levemente e dólar fica perto de R$ 4,98; analistas falam em trade eleitoral e cautela até o segundo turno.
Goldman Sachs e JP Morgan revisam recomendações; Cyrela e Eztec ganham força, enquanto empresas do MCMV enfrentam mais dúvidas.
BBIG11 dispara mais de 9% e fundos de escritórios estão entre as maiores altas, com queda dos juros longos.
Bolsa renova recorde durante o dia e moeda americana fecha no menor nível desde maio, com investidores reagindo ao resultado das urnas.
Cyrela, Plano&Plano, Even e Eztec lideram as altas; bancos revisam recomendações e veem alto padrão mais beneficiado.
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