Anos de Copa do Mundo e eleição não costumam derrubar o mercado imobiliário, segundo análise do Portas. Em 2018, quando houve os dois eventos, as vendas residenciais cresceram cerca de 19%.
Os anos seguintes reforçam a leitura: em 2020, as vendas cresceram mesmo na pandemia; em 2021, o crédito imobiliário bateu recorde de R$ 255 bilhões; e em 2022, ano eleitoral, somou cerca de R$ 241 bilhões, o segundo maior volume da história.
Para a especialista Andressa Machado, o setor é movido por crédito, renda e demanda — não por Copa ou eleição. A demanda estrutural, com a formação de novas famílias e o déficit habitacional, sustenta o mercado. Ela lembra que o Brasil tem “vários mercados” regionais, com dinâmicas próprias.
