A incorporadora Altma criou a Hive para atuar no mercado de moradia estudantil privada, vendendo as unidades a pequenos investidores. A meta, segundo os executivos Gabriel Dias e Juliano Antunes, é alcançar R$ 1 bilhão em VGV e se tornar a maior operadora do segmento no país até 2030.
Até agora, R$ 200 milhões foram investidos em dois projetos em Curitiba. No modelo, a Hive administra os imóveis: o investidor é dono da unidade, mas não pode morar nela nem alugá-la diretamente. O primeiro empreendimento, o B41, em Curitiba, deve começar a operar no segundo semestre de 2027, com contratos de 12 meses.
Há ainda um projeto em São Paulo, perto da USP, com VGV de R$ 100 milhões; lançamentos em Belo Horizonte previstos até o fim de 2026; e uma parceria com a Melnick em Porto Alegre para o segundo semestre de 2027. A empresa avalia expandir para Goiânia, Joinville, Itajaí, Campinas e Cascavel.
Para o investidor
Modelos com gestão profissional simplificam a vida do proprietário, mas o retorno depende da ocupação e da taxa de administração. Vale ler o contrato com atenção antes de investir.
