Os 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos movimentam cerca de R$ 1,8 trilhão por ano, e 37% deles têm interesse em moradias adaptadas, segundo o Portas.
Esses imóveis custam de 20% a 40% mais que os convencionais. O déficit estimado é de 600 mil a 1,2 milhão de unidades. Só em São Paulo e região metropolitana, a demanda passa de 250 mil. São Paulo, Curitiba e Porto Alegre lideram os projetos.
Um obstáculo é que só de 1% a 4% desse público consegue de fato trocar de moradia. Além disso, os bancos costumam reduzir os prazos de financiamento para quem tem mais de 50 anos, por causa do seguro habitacional.
