O Minha Casa, Minha Vida respondeu por 58% dos imóveis residenciais lançados no Brasil no segundo trimestre de 2026 — 62.129 de 107.161 unidades — e por 51% das vendas, com 58.392 de 113.676 unidades, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
No primeiro semestre, as vendas totalizaram 226.536 unidades, avanço de 5,4% sobre 2025. O estoque nacional chegou a 137,1 mil unidades, alta de 23% em um ano.
As novas regras do programa permitem que famílias urbanas com renda de até R$ 13 mil financiem imóveis de até R$ 600 mil na modalidade voltada à classe média, com juros entre 4% e 10% ao ano, conforme renda, região e vínculo com o FGTS.
Migração das incorporadoras
Com o médio padrão em retração por causa dos juros, incorporadoras tradicionais como Trisul, Eztec e Tecnisa passaram a atuar também no segmento do MCMV. O resultado é mais concorrência no econômico e menos oferta para quem está acima do teto do programa.
