Dólar cai 4% e Ibovespa sobe quase 8% após o primeiro turno
Bolsa renova recorde durante o dia e moeda americana fecha no menor nível desde maio, com investidores reagindo ao resultado das urnas.
Blog · mercado imobiliário
Juros, financiamento, regras, lançamentos e golpes: o que muda para quem compra, vende ou anuncia imóveis no Brasil.
Bolsa renova recorde durante o dia e moeda americana fecha no menor nível desde maio, com investidores reagindo ao resultado das urnas.
Cyrela, Plano&Plano, Even e Eztec lideram as altas; bancos revisam recomendações e veem alto padrão mais beneficiado.
Balneário Camboriú, Praia Brava, Itapema e Porto Belo concentram compradores que aguardam a definição da eleição para fechar negócio.
Plano prevê continuidade do Casa Paulista e investimentos em áreas de risco e periferias.
Resultado mais favorável à oposição do que indicavam as pesquisas mexe com as expectativas de juros, crédito e política habitacional.
Intenção de compra recorde e vendas em alta indicam que o mercado já precificou o cenário eleitoral.
Financiamentos pelo SBPE somam R$ 132,5 bilhões em oito meses. Abecip eleva previsão para o ano.
Maior nível desde 2021 pressiona os juros longos, que servem de referência para o crédito imobiliário.
Metade dos jovens quer comprar, mas só 14% veem o imóvel como investimento.
Doze FIIs têm R$ 181 milhões em CRIs da incorporadora. Entrega do Authentique foi adiada.
Entidades cobram cortes maiores. Construção diz que juro ainda limita crédito e investimento.
É o segundo pior resultado do ano e o terceiro mês seguido de saídas. Crédito, porém, segue em alta.
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