Classe média enfrenta ‘apagão’ de imóveis em São Paulo
Médio padrão cai para 12,7% dos lançamentos, contra 32,8% em 2021. Imóvel desse segmento leva 16 meses para vender.
Blog · mercado imobiliário
Juros, financiamento, regras, lançamentos e golpes: o que muda para quem compra, vende ou anuncia imóveis no Brasil.
Médio padrão cai para 12,7% dos lançamentos, contra 32,8% em 2021. Imóvel desse segmento leva 16 meses para vender.
Banco Central mantém ritmo de 0,25 ponto e cita incertezas no Oriente Médio. Mercado vê inflação acima de 5% em 2026.
Alta acumulada em 12 meses é de 8,68%. Aracaju, Campo Grande e Manaus passam de 10% no ano.
Pesquisa Anual da Indústria da Construção, do IBGE, traz dados de 2024.
Capital goiana comercializa 2.882 apartamentos. Habitação social é só 26% dos lançamentos.
Captação líquida do SBPE foi de R$ 2,3 bilhões em maio. Economista diz que ainda é cedo para falar em recuperação.
Em 2018, ano de Copa e eleição, vendas residenciais subiram cerca de 19%.
Alta de 0,42% no mês. No ano, imóvel sobe 1,96% contra 3,24% do IPCA.
Financiamentos pelo SBPE somam R$ 16,98 bilhões no mês e poupança volta a captar pela primeira vez no ano.
Locação de salas e conjuntos sobe 0,55% no mês. Salvador, Rio e Curitiba lideram no ano.
Com Selic projetada em 13,25% no fim do ano, taxas para imóveis acima de R$ 600 mil não devem cair muito.
Médio padrão perde espaço com custo de obra e mudanças urbanísticas. Estoque deve ser absorvido em menos de um ano.
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